- "Um governo precisa apenas vagamente o que a traição é, e vai contribuir para o despotismo".
-
"A pessoa que fala sem pensar, assemelha-se ao caçador que dispara sem apontar."
-
"Leis inúteis enfraquecem as leis necessárias."
-
"Quanto menos os homens pensam, mais eles falam"
Artigo Publicado por Augusto Nunes falando sobre Montesquieu
http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/feira-livre/mundo-de-segredos-por-gil-castello-branco/
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Visão política e idéias
- Era contra o absolutismo (forma de governo que concentrava todo poder do país nas mãos do
rei).
- Fez várias críticas ao clero católico,
principalmente, sobre seu poder e interferência política.
- Defendia aspectos democráticos de governo e o
respeito as leis.
- Defendia a divisão do poder em três:
Executivo, Legislativo
e Judiciário.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Charles de Montesquieu
Montesquieu era escritor e filósofo francês, célebre pela teoria da separação dos poderes. Nascido em 1689 e morto em 1755.Nasceu em 18 de janeiro de 1689, na cidade de Bordeaux
(França). É considerado um dos grandes filósofos
do iluminismo.
Montesquieu nasceu numa família nobre francesa. Estudou numa escola religiosa de oratória. Após concluir a educação básica, foi estudar na Universidade de Bordeaux e depois em Paris. Nestas instituições teve contato com vários intelectuais franceses, principalmente, com aqueles que criticavam a monarquia absolutista.
Montesquieu nasceu numa família nobre francesa. Estudou numa escola religiosa de oratória. Após concluir a educação básica, foi estudar na Universidade de Bordeaux e depois em Paris. Nestas instituições teve contato com vários intelectuais franceses, principalmente, com aqueles que criticavam a monarquia absolutista.
Com
a morte do pai em 1714, retornou para a cidade de Bordeaux,
tornando-se conselheiro do Parlamento da cidade. Nesta fase,viveu sob
a proteção de seu tio, o barão de Montesquieu. Com a morte do tio,
Montesquieu assume o título de barão, a fortuna e o cargo de
presidente do Parlamento de Bordeaux.
Em
1715, Montesquieu casou-se com Jeanne Lartigue. Tornou-se membro da
Academia de Ciências de Bordeaux e, nesta fase, desenvolveu vários
estudos sobre ciências. Porém, após alguns anos nesta vida,
cansou-se, vendeu seu título e resolveu viajar pela Europa. Nas
viagens começou a observar o funcionamento da sociedade, os costumes
e as relações sociais e políticas. Entre as décadas de 1720 e
1740, desenvolveu seus grandes trabalhos sobre política,
principalmente, criticando o governo absolutista e propondo um novo
modelo de governo.
Em
1729, enquanto estava em viagem pela Inglaterra, foi eleito membro da
Royal Society.
Montesquieu
morreu em 10 de fevereiro de 1755, na cidade de Paris.
Montesquieu morreu, aos 66 anos, de uma febre. Estava quase cego. Deixou sem concluir um ensaio para a Enciclopédia, de Diderot e D'Alembert.
Montesquieu morreu, aos 66 anos, de uma febre. Estava quase cego. Deixou sem concluir um ensaio para a Enciclopédia, de Diderot e D'Alembert.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Filosofia Politica
Filosofia política é o campo da
investigação filosófica que se ocupa da política e
das relações humanas consideradas em seu sentido coletivo.
Na Antiguidade grega e romana (principalmente
na primeira), discutia-se os limites e as possibilidades de uma
sociedade justa e ideal (Platão, com sua obra A república).
Mas o que se tornou célebre, por se tornar a teorização da prática
política grega, em particular de Atenas, foi o tema do bem
comum (Aristóteles), representado pelo homem político,
compreendido como o cidadão habitante da pólis, o
homem politikós que opinando e reunindo-se livremente
na ágora, junto a seus pares, discute e delibera acerca das
leis e das estruturas da sociedade. O homem político teria o seu
espaço de atuação privilegiada na esfera pública, no átrio, no
senado, em oposição à esfera privada dos indivíduos, representada
pela casa, pelo lar, pelos negócios domésticos. Já
em Roma, Cícero teorizou a República como
espaço das liberdades cívicas, em que ocorre uma complementaridade
entre os senadores e a plebe (tese retomada no século XVI
por Maquiavel).
O filósofo francês do século XVI, la Boétie,
dizia que a história das associaçôes políticas entre os homens é
a história da própria servidão, essa servidão, em seu conceito,
era voluntária. Tal afirmação envolve várias questões sobre a
condição humana, muitas respostas a essas apontam para questões
éticas, para aspiração de um bem comum entre os homens. Talvez
entrevendo a necessidade de uma relação íntima entre a ética - a
busca de felicidade e justiça - e a política, em seu sentido
superior.
Desde fins da Idade Média, a Filosofia Política
e os pensadores tratam das mais variadas questões sobre a
legitimação e a justificação do Estado e do governo:
- os limites e a organização do Estado frente ao
indivíduo (Thomas Hobbes, John Locke, barão de Montesquieu,
J.-J Rousseau);
- as relações gerais entre sociedade, Estado e
moral (Nicolau Maquiavel, Augusto Comte, Antonio Gramsci);
- as relações entre a economia e
política (Karl Marx, F. Engels, Max Weber);
- o poder como constituidor do "indivíduo"
(Michel Foucault);
- as questões sobre a liberdade (Benjamin
Constant, John Stuart Mill, Isaiah Berlin, Hannah
Arendt, Raymond Aron, Norberto Bobbio, Phillip
Pettit);
- as questões
sobre justiça e Direito (Immanuel Kant, F.
W. Hegel, John Rawls, Jürgen Habermas, Michael
Sandel)e
- as questões
sobre participação e deliberação (Carole
Pateman, Habermas, Joshua Cohen).
- as questões sobre a contingência, liberdade e
solidariedade na acepção do declínio da verdade redentora e
ascensão da cultura literária (Neopragmatismo - Richard Rorty)
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