sexta-feira, 21 de junho de 2013

Fórum de Montesquieu

A principal contribuição de Montesquieu à Filosofia política consiste na sua teoria da "tripartição do poder". A separação entre o poder de fazer leis (legislativo), o de aplicá-las (executivo) e o de punir as infrações às leis (judiciário). O entendimento que cerca essa teoria é o de que: 

A) a divisão de atribuições e encargos entre os poderes dá a cada um maior eficiência para cuidar dos assuntos que lhes são próprios.   
B) os distintos poderes do Estado não refletem a correlação de forças existente na sociedade entre as classes.      
C) a monarquia francesa do século XVIII encarna o ideal de Estado a ser buscado.            
D) o principal mérito da "divisão do poder" consiste em proteger o cidadão contra as arbitrariedades do governante. 
E) o "poder dividido" é prejudicial à governabilidade política, já que as partes estão sempre em desacordo umas com as outras. 

Justifique sua resposta.


quinta-feira, 16 de maio de 2013

Frases de Montesquieu

- "Um governo precisa apenas vagamente o que a traição é, e vai contribuir para o despotismo".


- "A pessoa que fala sem pensar, assemelha-se ao caçador que dispara sem apontar." 



- "Leis inúteis enfraquecem as leis necessárias."



- "Quanto menos os homens pensam, mais eles falam" 



Artigo Publicado por Augusto Nunes falando sobre Montesquieu
http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/feira-livre/mundo-de-segredos-por-gil-castello-branco/

Principais Obras de Montesquieu

                  

Visão política e idéias

- Era contra o absolutismo (forma de governo que concentrava todo poder do país nas mãos do rei). 

- Fez várias críticas ao clero católico, principalmente, sobre seu poder e interferência política. 

- Defendia aspectos democráticos de governo e o respeito as leis. 

- Defendia a divisão do poder em três: Executivo, Legislativo e Judiciário.








 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Charles de Montesquieu



Montesquieu era  escritor e filósofo francês, célebre pela teoria da separação dos poderes. Nascido em 1689 e morto em 1755.Nasceu em 18 de janeiro de 1689, na cidade de Bordeaux (França). É considerado um dos grandes filósofos do iluminismo.
Montesquieu nasceu numa família nobre francesa. Estudou numa escola religiosa de oratória. Após concluir a educação básica, foi estudar na Universidade de Bordeaux e depois em Paris. Nestas instituições teve contato com vários intelectuais franceses, principalmente, com aqueles que criticavam a monarquia absolutista.
Com a morte do pai em 1714, retornou para a cidade de Bordeaux, tornando-se conselheiro do Parlamento da cidade. Nesta fase,viveu sob a proteção de seu tio, o barão de Montesquieu. Com a morte do tio, Montesquieu assume o título de barão, a fortuna e o cargo de presidente do Parlamento de Bordeaux. 
Em 1715, Montesquieu casou-se com Jeanne Lartigue. Tornou-se membro da Academia de Ciências de Bordeaux e, nesta fase, desenvolveu vários estudos sobre ciências. Porém, após alguns anos nesta vida, cansou-se, vendeu seu título e resolveu viajar pela Europa. Nas viagens começou a observar o funcionamento da sociedade, os costumes e as relações sociais e políticas. Entre as décadas de 1720 e 1740, desenvolveu seus grandes trabalhos sobre política, principalmente, criticando o governo absolutista e propondo um novo modelo de governo.
Em 1729, enquanto estava em viagem pela Inglaterra, foi eleito membro da Royal Society.
Montesquieu morreu em 10 de fevereiro de 1755, na cidade de Paris.
Montesquieu morreu, aos 66 anos, de uma febre. Estava quase cego. Deixou sem concluir um ensaio para a Enciclopédia, de Diderot e D'Alembert.



 


                          
Charles de Montesquieu

terça-feira, 7 de maio de 2013

Filosofia Politica


Filosofia política é o campo da investigação filosófica que se ocupa da política e das relações humanas consideradas em seu sentido coletivo.
Na Antiguidade grega e romana (principalmente na primeira), discutia-se os limites e as possibilidades de uma sociedade justa e ideal (Platão, com sua obra A república). Mas o que se tornou célebre, por se tornar a teorização da prática política grega, em particular de Atenas, foi o tema do bem comum (Aristóteles), representado pelo homem político, compreendido como o cidadão habitante da pólis, o homem politikós que opinando e reunindo-se livremente na ágora, junto a seus pares, discute e delibera acerca das leis e das estruturas da sociedade. O homem político teria o seu espaço de atuação privilegiada na esfera pública, no átrio, no senado, em oposição à esfera privada dos indivíduos, representada pela casa, pelo lar, pelos negócios domésticos. Já em Roma, Cícero teorizou a República como espaço das liberdades cívicas, em que ocorre uma complementaridade entre os senadores e a plebe (tese retomada no século XVI por Maquiavel).
O filósofo francês do século XVI, la Boétie, dizia que a história das associaçôes políticas entre os homens é a história da própria servidão, essa servidão, em seu conceito, era voluntária. Tal afirmação envolve várias questões sobre a condição humana, muitas respostas a essas apontam para questões éticas, para aspiração de um bem comum entre os homens. Talvez entrevendo a necessidade de uma relação íntima entre a ética - a busca de felicidade e justiça - e a política, em seu sentido superior.
Desde fins da Idade Média, a Filosofia Política e os pensadores tratam das mais variadas questões sobre a legitimação e a justificação do Estado e do governo:
- os limites e a organização do Estado frente ao indivíduo (Thomas Hobbes, John Locke, barão de Montesquieu, J.-J Rousseau);
- as relações gerais entre sociedade, Estado e moral (Nicolau Maquiavel, Augusto Comte, Antonio Gramsci);
- as relações entre a economia e política (Karl Marx, F. Engels, Max Weber);
- o poder como constituidor do "indivíduo" (Michel Foucault);
- as questões sobre a liberdade (Benjamin Constant, John Stuart Mill, Isaiah Berlin, Hannah Arendt, Raymond Aron, Norberto Bobbio, Phillip Pettit);
- as questões sobre justiça e Direito (Immanuel Kant, F. W. Hegel, John Rawls, Jürgen Habermas, Michael Sandel)e
- as questões sobre participação e deliberação (Carole Pateman, Habermas, Joshua Cohen).
- as questões sobre a contingência, liberdade e solidariedade na acepção do declínio da verdade redentora e ascensão da cultura literária (Neopragmatismo - Richard Rorty)